Blog Alex Cruz inaugura a primeira entrevista internacional e o nosso convidado é deputado federal José Luis Meco, do PSOE. Quem é PSOE? O PSOE é um dos partidos que tem demonstrado uma fortaleza e uma estabilidade neste último século na história da Espanha. Quais as razões desta fortaleza? A fortaleza se deve de ser um partido com raízes, que representa um amplo setor da sociedade espanhola e mesmo em momentos desfavoráveis como a crise que assola na Europa, uma parte do eleitorado se mantém fiel ao partido. No seu currículum, Meco incorporou a juventude comunista em 1976 e mais tarde ao Partido Comunista Espanhol, PCE. Em 1981, ingressou nas filas do Partido Socialista Obrero Espanhol, o PSOE. Dentro do partido, Meco ocupou vários postos chaves como diretor do Programa de Cooperação e Solidariedade Norte e Sul em Valência nos anos 1989 a 1992, vice-secretário do Partido Socialista em Valência de 2000 a 2004. Foi membro do Comitê Federal do PSOE de 1997 a 2008 e membro do Comitê Nacional de PSPV-PSOE desde 1987 até os dias atuais. Atualmente é deputado federal e secretário de Meio Ambiente na Comissão Executiva Federal de PSPV-PSOE. Sua formação é magistério pela Universidade de Valência. Meco é especialista na Cooperação Internacional desde 1989, destacando o Fortalecimento Institucional na América Latina. Além de exercer como consultor em diversas agências de desenvolvimento público e privado, entre elas a Agência Alemanha de Cooperação GTZ e a FIIAPP e para diversas entidades governamentais da América Latina. Para finalizar, é autor e colaborador de várias obras onde aborda a descentralização local e regional. Portanto, o deputado Meco responde a diversos temas, dentre eles, a relação com a América Latina, política da ajuda humanitária, o governador eleito Tarso Genro, regulação do setor financeiro e o protagonismo de países emergentes como Brasil. Desejo aos leitores uma boa leitura!!!
| Deputado Federal Meco, PSOE, no Congresso dos Deputados, Moncloa. |
P - Deputado Federal José Luis Meco, o senhor tem uma relação profunda com países da América Latina, principalmente Brasil. Como desenvolve esta relação?
R - Faz mais de 20 anos que venho mantendo esta relação com América Latina, no entanto, não, principalmente com Brasil. Apesar que sempre me interessou esse continente e sempre mantive um compromisso político baseado no internacionalismo. Só pude encontrar essa realidade quando me designaram responsável da Cooperação Internacional do governo estadual de Valência em uma destas afortunadas circunstâncias que gratifica a vida. Desde então, tenho desenvolvido em diversas instâncias, linhas de colaboração baseadas na ajuda internacional, a assistência técnica e a colaboração política. Minha relação é ampla e muito mais na medida que vou me envolvendo com os processos e as pessoas na América Latina.
P - A ajuda humanitária com a chegada do PSOE ao governo em 2004 alcançou em 2008, 0,4% do Produto Interno Bruto. Espanha tem sido o sexto país mundial com mais doaçoes aos outros países. Deputado Meco, esta ajuda faz parte da política externa espanhola?
R - Claro que faz parte dos princípios que baseia a nova política externa espanhola. Uma política baseada na solidariedade, na cooperação e no diálogo entre civilizações, culturas e interesses. O governo de Zapatero deu um impulso enorme na ajuda internacional e sempre foi seu compromisso, um sinal de identidade política e eu digo que o presidente espanhol se transformou em um promotor de importantes iniciativas internacionais que vai mais além dos recursos econômicos na matéria da ajuda externa.
P - O Governador Tarso Genro, do Rio Grande do Sul, esteve há pouco tempo em Espanha abrindo canais de comunicação com atores sociais, seja empresários, seja ONGS e como também os intelectuais. Conseguiu falar com o governador? Sei que o senhor tens uma grande liderança dentro de um perfil que Tarso Genro busca ao Rio Grande do Sul que é uma política de retomada do crescimento econômico, sem esquecer o social que é a redução da pobreza do Estado gaúcho onde as regiões Norte e Sul tem desigualdades de desenvolvimento.
R - Lamentavelmente não tivemos oportunidade de encontrarmos por um problema de vôo aéreo e de agenda, mas suponho que teremos novas oportunidades. Efetivamente, o objetivo de Tarso Genro é o desafio de todos os progressistas do mundo, isto é, combinar crescimento econômico com a coesão social. Esta combinação permite falar do desenvolvimento de inclusão e sustentação, portanto, é uma nova fórmula política para abordar as velhas aspirações de igualdade e solidariedade.
P - Como avalia o protagonismo de países emergentes como Brasil, China, Índia e uma perda de musculatura de Europa no tabuleiro mundial?
R - As previsões geoestratégicas estão sendo cumpridas. A história é dinâmica e por mais que os tempos atuais tem quem se esforça em procurar uma foto fixa, uma situação estancada no tempo em suas previsões. Os protagonistas de hoje não foram exatamente de ontem e os de hoje parece que não são obrigados ser de amanhã. Brasil, China, India não são só potências demográficas, pois atualmente são politicos, econômicos e estratégicos. Mas, para alcançar um panorama de esperança na nova ordem internacional devemos abordar também e mais além o econômico, o âmbito dos direitos e a proteção do meio ambiente. A produtividade e a competividade não podem consolidar-se, ignorando tais requerimentos que são já fatos na Europa um espaço de de bem-estar e liberdade.
P - Deputado, o senhor acredita que a União Européia necessita de um sistema sólido e coordenado de supervisão financeira? Por que?
R - Europa e o mundo em geral pôde constatar a necessidade de regular o âmbito financeiro. A crise que sofremos hoje e, inclusive, a saída do mesmo, exige uma revisão do sistema financeiro. Do contrário, os países sucumbem frente a falta de escrúpulos dos interesses especulativos e especialmente a população trabalhadora e a que mais precisa de maior proteção social. Se, esta crise, não extrairmos ao menos esta conclusão, teremos fracassado.
P - Tem uma agenda para visitar Brasil em 2011. Visitará Rio Grande do Sul?
R - A vida como dizia antes sempre gratifica oportunidades. Espero que chegue esta oportunidade.
P - O Governador Tarso Genro, do Rio Grande do Sul, esteve há pouco tempo em Espanha abrindo canais de comunicação com atores sociais, seja empresários, seja ONGS e como também os intelectuais. Conseguiu falar com o governador? Sei que o senhor tens uma grande liderança dentro de um perfil que Tarso Genro busca ao Rio Grande do Sul que é uma política de retomada do crescimento econômico, sem esquecer o social que é a redução da pobreza do Estado gaúcho onde as regiões Norte e Sul tem desigualdades de desenvolvimento.
R - Lamentavelmente não tivemos oportunidade de encontrarmos por um problema de vôo aéreo e de agenda, mas suponho que teremos novas oportunidades. Efetivamente, o objetivo de Tarso Genro é o desafio de todos os progressistas do mundo, isto é, combinar crescimento econômico com a coesão social. Esta combinação permite falar do desenvolvimento de inclusão e sustentação, portanto, é uma nova fórmula política para abordar as velhas aspirações de igualdade e solidariedade.
P - Como avalia o protagonismo de países emergentes como Brasil, China, Índia e uma perda de musculatura de Europa no tabuleiro mundial?
R - As previsões geoestratégicas estão sendo cumpridas. A história é dinâmica e por mais que os tempos atuais tem quem se esforça em procurar uma foto fixa, uma situação estancada no tempo em suas previsões. Os protagonistas de hoje não foram exatamente de ontem e os de hoje parece que não são obrigados ser de amanhã. Brasil, China, India não são só potências demográficas, pois atualmente são politicos, econômicos e estratégicos. Mas, para alcançar um panorama de esperança na nova ordem internacional devemos abordar também e mais além o econômico, o âmbito dos direitos e a proteção do meio ambiente. A produtividade e a competividade não podem consolidar-se, ignorando tais requerimentos que são já fatos na Europa um espaço de de bem-estar e liberdade.
P - Deputado, o senhor acredita que a União Européia necessita de um sistema sólido e coordenado de supervisão financeira? Por que?
R - Europa e o mundo em geral pôde constatar a necessidade de regular o âmbito financeiro. A crise que sofremos hoje e, inclusive, a saída do mesmo, exige uma revisão do sistema financeiro. Do contrário, os países sucumbem frente a falta de escrúpulos dos interesses especulativos e especialmente a população trabalhadora e a que mais precisa de maior proteção social. Se, esta crise, não extrairmos ao menos esta conclusão, teremos fracassado.
P - Tem uma agenda para visitar Brasil em 2011. Visitará Rio Grande do Sul?
R - A vida como dizia antes sempre gratifica oportunidades. Espero que chegue esta oportunidade.
"Objetivo de Tarso Genro es el desafío de todos los progresistas el mundo combinar crecimiento económico con cohesión social"
Blog Alex Cruz inaugura la primera entrevista internacional y nuestro invitado es diputado nacional José Luis Meco, del PSOE. ¿Quien es PSOE? El PSOE es un de los partidos que hay enseñado una fortaleza y una estabilidad en este ultimo siglo la historia de España. ¿Cuales las razones de esta fortaleza? La fortaleza si debe en ser un partido con raices, que representa un amplio del sector de la sociedad española y mismo en momentos desfavorable como la crisis que domina en Europa, unaa parte del electorado si mantiene fiel al partido. En su currículum, Meco ingresó la juventud comunista en 1976 y más tarde al Partido Comunista Espanhol, PCE. En 1981, ingresó las filas del Partido Socialista Obrero Espanhol, PSOE. Dentro del partido, Meco ocupó un sinfin de puestos llaves como director del Programa de Cooperación y Solidariedad Norte y Sul en Valência en los años 1989 a 1992, vice-secretário do Partido Socialista en Valencia de 2000 a 2004. Fue miembro del Comite Nacional del PSOE de 1997 a 2008 e miembro del Comitê Nacional de PSPV-PSOE en 1987 hasta los dias atuales. Hoy es diputado nacional y secretário del Medio Ambiente en la Comisión Ejecutiva Nacional del PSPV-PSOE. Suya formación es magistério por la Universidad de Valencia. Meco es experto la Cooperación Internacional desde 1989, destacando el Fortalecimiento Institucional en la América Latina. Allá de ejercer como consultor para diversas agencias del desarrollo publico y privadas, entre ellas la Agencia Alemania de Cooperación GTZ y la FIIAPP y para diversas entidades gobernamentales de la America Latina. Para finalizar, es autor e ycolaborador de diversas obras donde aborda la descentralización local y regional. Luego, el diputado Meco contestará diversos temas, entre ellos, la relación con la America Latina, política de la ayuda humanitária, el gobernador electo Tarso Genro, regulación del sector financiero y el protagonismo de países emergentes como Brasil. Deseo al lectores una buena lectura!!!
| Diputado Nacional Meco, PSOE, en el Congreso de los Diputados, Moncloa. |
P - Diputado Nacional José Luis Meco, usted tiene una relación profunda con paises de la America Latina, principalmente Brasil. ¿Como desarrolla esta clase de relación?
R -Hace más de veinte años que vengo manteniendo esa relación con América Latina, si bien no principalmente con Brasil. Pese a que siempre me interesó este continente y siempre mantuve un compromiso político basado en el internacionalismo, no pude encontrarme con esa realidad hasta que me designaron responsable de la cooperación internacional del Gobierno Regional Valenciano en una de esas afortunadas circunstancias que te regala la vida. Desde entonces he venido desarrollando, desde diversas instancias, líneas de colaboración basadas en la ayuda internacional, la asistencia técnica y la colaboración política. Así pues, mi relación es amplia y más en la medida en que me voy implicando con los procesos y las personas de A.L.
P - La ayuda humanitaria con la llegada del PSOE al gobierno en 2004 alcanzó en 2008, 0,4%del Producto Nacional Bruto. Luego, España es sexto donante mundial. ¿Diputado Abalos esta ayuda hace parte de la politica externa española?
R -Por supuesto que hace parte de los principios sobre los que se basa la nueva política exterior española. Una política basada en la solidaridad, en la cooperación y el dialogo entre civilizaciones, entre culturas y entre intereses. El gobierno de Zapatero ha dado un impulso enorme a la ayuda internacional, fue siempre un compromiso suyo, una seña de identidad política, diría yo, del presidente español que se ha convertido un promotor de importantes iniciativas internacionales que van más alla de los recursos económicos asignados a la ayuda externa.
P - El gobernador Tarso Genro, del Rio Grande do Sul, estuvo hace poco tiempo en España abrindo canales de comunicación con atores sociales, sea empresarios, sea ONGs y como también los intelectuales. Conseguió hablar con el gobernador? Pues lo sé que usted ejerce un grande liderazgo dentro de un perfil que Tarso Genro busca al Rio Grande do Sul que es una política de la retomada del crescimento econômico, sin olvidar el social que es la redución de la pobreza del estado gaúcho donde las regiones Norte y Sul tienen desigualdades de desarrollo.
R -Lamentablemente no tuvimos oportunidad de encontrarnos por un problema de vuelos aereos y de agenda, pero supongo que tendremos nuevas oportunidades. Efectivamente, el objetivo de Tarso Genro es el desafío de todos los progresistas el mundo, esto es, combinar crecimiento económico con cohesión social. Esa combinación es la que permite hablar de un desarrollo inclusivo y sostenible, es una nueva fórmula política para abordar las viejas aspiraciones de igualdad y solidaridad.
P - Como evalúa un cresciente protagonismo de países emergentes como Brasil, China, India y una perda de musculatura de liderazgo de Europa en el tablero mundial?
R - Las previsiones geoestrategicas se cumplen. La historia es dinámica por más que en los tiempos actuales hay quienes se esfuerzan en procurarnos una foto fija, una situación estancada en el tiempo y en sus previsiones. Los protagonistas de hoy no fueron exactamente los de ayer, y los de hoy parece que no han ser obligadamente los de mañana. Brasil, India y China no son solo potencias demográficas pues hoy lo son en lo político, en lo económico y en lo estrátegico. Pero para alcanzar un panorama esperanzador en el nuevo orden internacional debemos abordar también, más allá de lo económico, el ámbito de los derechos y la protección del medio ambiente. La productividad y la competitividad no pueden consolidarse ignorando tales requerimientos que son los que han hecho de Europa un espacio de bienestar y libertad.
P - Diputado, usted crêe que la Unión Europea necesita de un sistema sólido y coordinado de supervisión financiera? Por que?
R -Europa y el mundo, en general, ha podido constatar la necesidad de la regulación del ámbito financiero. La crisis que sufrimos hoy e, incluso, la salida de la misma exige una revisión del sector financiero. De lo contrario los paises sucumben ante la falta de escrupulos de los intereses especulativos y especialmente la población trabajadora y la que precisa de mayor protección social. Si de esta crisis no sacamos, al menos, esa conclusión habremos fracasado.
P - Hay una agenda para 2011 visitar Brasil. Estará en Rio Grande do Sul?
R - La vida, como le decía antes, siempre te regala oportunidades. Espero que llegue esa oportunidad
P - Diputado Nacional José Luis Meco, usted tiene una relación profunda con paises de la America Latina, principalmente Brasil. ¿Como desarrolla esta clase de relación?
R -Hace más de veinte años que vengo manteniendo esa relación con América Latina, si bien no principalmente con Brasil. Pese a que siempre me interesó este continente y siempre mantuve un compromiso político basado en el internacionalismo, no pude encontrarme con esa realidad hasta que me designaron responsable de la cooperación internacional del Gobierno Regional Valenciano en una de esas afortunadas circunstancias que te regala la vida. Desde entonces he venido desarrollando, desde diversas instancias, líneas de colaboración basadas en la ayuda internacional, la asistencia técnica y la colaboración política. Así pues, mi relación es amplia y más en la medida en que me voy implicando con los procesos y las personas de A.L.
P - La ayuda humanitaria con la llegada del PSOE al gobierno en 2004 alcanzó en 2008, 0,4%del Producto Nacional Bruto. Luego, España es sexto donante mundial. ¿Diputado Abalos esta ayuda hace parte de la politica externa española?
R -Por supuesto que hace parte de los principios sobre los que se basa la nueva política exterior española. Una política basada en la solidaridad, en la cooperación y el dialogo entre civilizaciones, entre culturas y entre intereses. El gobierno de Zapatero ha dado un impulso enorme a la ayuda internacional, fue siempre un compromiso suyo, una seña de identidad política, diría yo, del presidente español que se ha convertido un promotor de importantes iniciativas internacionales que van más alla de los recursos económicos asignados a la ayuda externa.
P - El gobernador Tarso Genro, del Rio Grande do Sul, estuvo hace poco tiempo en España abrindo canales de comunicación con atores sociales, sea empresarios, sea ONGs y como también los intelectuales. Conseguió hablar con el gobernador? Pues lo sé que usted ejerce un grande liderazgo dentro de un perfil que Tarso Genro busca al Rio Grande do Sul que es una política de la retomada del crescimento econômico, sin olvidar el social que es la redución de la pobreza del estado gaúcho donde las regiones Norte y Sul tienen desigualdades de desarrollo.
R -Lamentablemente no tuvimos oportunidad de encontrarnos por un problema de vuelos aereos y de agenda, pero supongo que tendremos nuevas oportunidades. Efectivamente, el objetivo de Tarso Genro es el desafío de todos los progresistas el mundo, esto es, combinar crecimiento económico con cohesión social. Esa combinación es la que permite hablar de un desarrollo inclusivo y sostenible, es una nueva fórmula política para abordar las viejas aspiraciones de igualdad y solidaridad.
P - Como evalúa un cresciente protagonismo de países emergentes como Brasil, China, India y una perda de musculatura de liderazgo de Europa en el tablero mundial?
R - Las previsiones geoestrategicas se cumplen. La historia es dinámica por más que en los tiempos actuales hay quienes se esfuerzan en procurarnos una foto fija, una situación estancada en el tiempo y en sus previsiones. Los protagonistas de hoy no fueron exactamente los de ayer, y los de hoy parece que no han ser obligadamente los de mañana. Brasil, India y China no son solo potencias demográficas pues hoy lo son en lo político, en lo económico y en lo estrátegico. Pero para alcanzar un panorama esperanzador en el nuevo orden internacional debemos abordar también, más allá de lo económico, el ámbito de los derechos y la protección del medio ambiente. La productividad y la competitividad no pueden consolidarse ignorando tales requerimientos que son los que han hecho de Europa un espacio de bienestar y libertad.
P - Diputado, usted crêe que la Unión Europea necesita de un sistema sólido y coordinado de supervisión financiera? Por que?
R -Europa y el mundo, en general, ha podido constatar la necesidad de la regulación del ámbito financiero. La crisis que sufrimos hoy e, incluso, la salida de la misma exige una revisión del sector financiero. De lo contrario los paises sucumben ante la falta de escrupulos de los intereses especulativos y especialmente la población trabajadora y la que precisa de mayor protección social. Si de esta crisis no sacamos, al menos, esa conclusión habremos fracasado.
P - Hay una agenda para 2011 visitar Brasil. Estará en Rio Grande do Sul?
R - La vida, como le decía antes, siempre te regala oportunidades. Espero que llegue esa oportunidad
Parabéns Alex pela excelente entrevista. E nos proporcionar um pouco mais de conhecimento sobre a política europeia.
ResponderExcluirbjs
Helena