Há uma letra de Júlio Iglesias que traz um grande significado. Llegar a meta cuesta/Te cuesta tanto llegar y cuando estás en ella/Mantener cuesta más/Procura no descuidarte/Ni mirar hacia detrás o todo lo he conseguido/Te lo vuelvan a quitar. Carla Binsfeld teve fé em si mesma!!! A concentração de superar os desafios de uma realidade brasileira muitas vezes cruel. Teve a crênça do caminho a seguir, a estratégia delineada iria por rumo certo. Tudo está na mente!!! Encontrou nos companheiros do PT o sentimento de igualdade, de alguém que valoriza a sua opinião sem pré-julgamentos. Encontrou raízes que necessitava para se completar. Acima de tudo, Carla mentalmente é muito boa. Conseguiu recuperar situações que poderiam ser consideradas perdidas se não tivesse uma base familiar e concentração, foco nos seus objetivos. Os lobos não só cheiram o rastro de sangue, podem cheirar até o medo das suas presas. Carla Binsfeld como se fosse uma manada de lobos, não perseguia somente com afinco a bola da vida e sim sem gerar dúvidas deixa a marca da sua determinação. Meus queridos leitores, tenham uma boa leitura e Feliz 2012 onde esta mensagem de vida impere a cultura do esforço, solidariedade cívica e nos despirmos de qualquer preconceito. Até o próximo ano!!! Obrigado!!!!
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| Psicóloga Carla Binsfeld revela a faceta humana para o Blog Alex Cruz. |
R - Lindo e emocionante poema Alexandre. Esse poema me lembra uma dinâmica de grupo, quando eu estava cursando psicologia na UNIJUI, feito por uma professora chamada Maria Cristina Poli que estava trabalhando conosco a estruturação do sujeito. Ela iniciava perguntando: “- Porque você se chama “fulano” ? O que nos fazia pensar sobre a nossa história, afinal porque estamos nesse mundo? Quem somos? Penso que meu nome tem a ver com a capacidade que temos de superar dificuldades. Minha vida tem sido basicamente superação. Nasci
pediatria e amigos. Entre as reuniões políticas começamos a namorar. Logo, eu engravidei, ele se formou e veio para Cruz Alta trabalhar no hospital Militar e eu tive meu filho Igor. Então, me afastei da política e dos estudos e vivi somente para meu filho e minha família. Depois que ele fez quatro anos, prestei vestibular para Psicologia em Ijuí e reencontrei Marcos Rolim numa palestra. Voltei a militar, trabalhar com ele fazendo um link entre direitos humanos e psicologia. A partir daí construímos uma amizade que perdura até hoje e que sei que será eterna. O mandato do Rolim me ensinou a respeitar as diferenças políticas e culturais e a conhecer pessoas inesquecíveis que fazem parte da minha e com quem formei uma grande “rede” para parcerias em direitos humanos. Com a perda do mandato do Rolim, fiquei frustrada por um longo período, mas passei a fazer parte dos conselhos da minha cidade, organizei um Centro de Direitos humanos, recebendo muito apoio de magistrados como Jerson Guber e João Batista Saraiva, e de promotores como Marcelo Dorneles e Maria de Fátima Almeida. Período de muita produção. Porto Alegre sempre me convoca e um dia vou a Porto Alegre e o Rolim deixa claro que não iria mais concorrer, mas tinha uma amiga que gostaria de me apresentar que era Stela Farias. Uma deputada que era da mesma corrente do amigo dele o deputado Henrique Fontana. Stela é uma pessoa autêntica, que ampara todas as tribos e isso foi o ponto principal que me atraiu. Stela e eu “nos adotamos” e temos desenvolvido uma pareceria interessante.
Ser Psicóloga e psicanalista é uma grande simbolização dessa história onde encontro dispositivos para ajudar as pessoas, de ser uma mediadora em nome de uma boa causa que implique a luta por uma cultura de paz, de um estado soberano que ajude seu povo. Acredito na construção da Utopia, pois sei que as pessoas podem vencer se lhes for dada a chance que merecem e, sobretudo, se forem respeitadas e acolhidas com afeto.
P - Que aprendeu do teu pai?
R - Aprendi muito com ele. Acho que valores básicos como a persistência, a lealdade, a amizade, o amor e a esperança vieram dele – não só pelo que ele nos dizia, mas também pelo seu exemplo de vida. Sobretudo, sei que foi com ele que passei a valorizar o trabalho e a necessidade que temos de manter nossa palavra.
P - Já faz uns 10 anos teve um objetivo: participar da vida política. Conhece muitos deputados, secretários e o próprio Governador. Nesta área há muitos egos. Como domina?
R - Primeiramente eu falo com pessoas, não com cargos. Procuro fazer com que me conheçam e quais os objetivos de trabalho que tenho. Normalmente, estes contatos resultam em parcerias produtivas. Quando as pessoas que ocupam funções públicas percebem que uma determinada ideia pode equacionar um problema real, elas tendem a ser parceiras, especialmente se a visão de mundo que elas possuem for tocada por valores como a solidariedade, o compromisso com os mais necessitados, etc. Se isso envolver também uma necessidade inconsciente de projeção pessoal, penso que não há qualquer mal, contanto que o resultado da política pública seja exitoso. Política e vaidade são termos difíceis de separar. O que é preciso separar é a política da incompetência e da imoralidade. O poder, sabemos, pode cegar e dar às pessoas a “ilusão da grande potência”. Quando isso ocorre, é o projeto político que afunda, por autoritarismo e ilusão. Por isso, procuro me aproximar das pessoas que me parecem mais preparadas e também mais “vacinadas” contra a prepotência. O governador Tarso Genro é uma pessoa preparada e que possui um grande coração. Se ele conseguir equacionar determinados “nós” em sua gestão e conseguir produzir as políticas públicas que planeja, poderá fazer um governo brilhante. Mas acredito que a cidadania tem um papel importante neste desfecho. Na interiorização do estado em Ijuí, ele disse que ele e sua equipe desejam fazer as coisas acontecer, mas ás vezes elas emperram na máquina do Estado. Pediu, então, que a cidadania fiscalize, cobre e informe. Como alguém que atua na sociedade civil, é exatamente o que pretendo estimular.
P - Realizaste uma monografia do sistema carcerário do Rio Grande do Sul com suporte técnico da psicanálise. Dentro do teu ponto de vista, refletiste sobre os motivos dos quais o sujeito passou a delinquir. E, também, repensaste o sistema carcelário e os seus efeitos. Qual é a tua conclusão? Neste primeiro ano de governo Tarso Genro houve mudanças para melhorar o sistema prisional? Quais?
R - Minha referência nesta área segue sendo o Marcos Rolim. Ao que aprendi com ele, agreguei minha formação em Psicologia e Psicanálise e a experiência, em 1999, com o Conselho da Comunidade em Cruz Alta. Desde esta época, passei a freqüentar a Susepe no governo Olívio e conheci o então Superintendente Airton Michels (atual secretário) e o corregedor geral da época Francesco Conti (hoje Desembargador), além de pessoas como Léia Duarte, todos humanistas e idealistas. Nesse ano consegui aproximar as pessoas na área e conseguimos mudar muitas coisas em Cruz Alta , a ponto da diretora do presídio regional, na época, Vilmar Aguiar, ser reconhecido com um prêmio de direitos humanos da ONU. Fizemos uma experiência com envolvimento da União, Poder Judiciário, Ministério Público, Prefeitura, Comunidade, Universidade e SUSEPE e o resultado foi espetacular. Por isso que acredito nesse formato de trabalho. Sem esse conjunto é muito mais difícil alcançar resultados sustentáveis. Atualmente, integro a Rede de Justiça, Direitos Humanos e Segurança Pública formada por várias instituições governamentais e não governamentais sob a coordenação do Dr. Mauro Borba. Essa rede foi estimulada pelo governador do estado Tarso Genro e pela ministra Maria do Rosário e tem aberto um espaço de interlocução imprescindível. Quanto à gestão governamental na área, entendo que a Secretaria de Segurança e a SUSEPE têm realizado um esforço enorme para enfrentar problemas como o déficit de vagas no sistema, além de outras iniciativas muito importantes em várias áreas, desde a qualificação dos agentes penitenciários destacando o empenho da diretora da escola Penintenciária Christiane Russomano Freire, até as melhorias na execução penal. Destaco, especialmente, os esforços pela individualização das penas, referindo-me à coordenadora do Departamento do Tratamento Penal, Ivarlete Guimarães e do Corregedor Geral da SUSEPE Marcelo Sgarbossa que destaca-se por ser um humanista. O que ocorre é que a situação do sistema prisional é tão caótica que mesmo os avanços que temos são ainda muito pouco diante do enorme desafio a superar. Talvez, o governo devesse dar mais atenção ao tema da gestão na SUSEPE. Na verdade, sabemos que uma gestão eficaz pressupõe mecanismos modernos de gestão de informações, processamento de dados e transparência. Tudo isto é muito difícil na SUSEPE por conta da inexistência de investimentos de modernização do sistema administrativo. Por isso nesse novo ano estaremos através do Conselho da Comunidade junto ao Dr. Rodrigo Puggina presidente do Conselho Penintenciário que já se destaca na Campanha pelo o " Voto dos Presos" e através do Prefeito Vilson Roberto dos Santos (FAMURS) em interlocução direta com o Superitendente Gelson Treiesleben fazendo um bom diálago, mobilizando através de seminários e reuniões de trabalho fiscalizando e também achando soluções possíveis para reestruturação do sistema.
P - Carla Binsfeld que mais te incomoda?
R - A injustiça que é oriunda da falta de ética, do fanatismo, da arrogância, da deslealdade, do desrespeito à vida humana.
P - A política se assemelha com o futebol onde o importante é ganhar. E, quando se perde?
R - Concordo com você e sou da teoria do Negri que infelizmente hoje a política se assemelha sim com o futebol, pois estamos mergulhados no capitalismo e no consumo. Todos nós apesar de tentarmos resistir ainda estamos mais na valorização do “Ter” e não do “Ser” com isso algumas referências se perderam e as ideologias caíram. Gosto de uma passagem do livro do psicanalista Edson Sousa chamado “ Uma Invenção da Utopia” num dos seus capítulos sobre “ criar o inacabado” ele grifa Negri sobre o “poder Constituinte” como o motor da ação compromissado com a criação e aberto infinitamente ao inacabado do processo. O psicanalista questiona como podemos suportar o inacabado dentro de um mundo em que o estilo da qualidade total e do prêt-à-porter se impõem? Criando- se assim espaços de obediências, de servidão voluntária, de timidez, de descrédito da ação, da melancolia como a virtude serena do consumidor entregue aos fogos de artifícios escancarados nas vitrines. Nessa obra ele diz que Negri insiste no poder constituinte como o monstro que aparece para renegar toda normalidade e declarar miserável a obediência de toda crença, encontrando entre dois poderes uma tensão ruidosa entre “potência constituinte de trabalho vivo e o poder constituído do trabalho morto”. A definição para Negri do poder Constituinte é a de que ele emerge do vazio, do abismo da ausência de determinações, como uma necessidade totalmente aberta. É por isto que a potência constitutiva não se esgota nunca no poder, nem a multidão tende a se tornar totalidade, mas conjunto de singularidades, multiplicidade aberta diz o autor. Sousa comenta essa passagem com um poder que deriva da enunciação do sujeito num processo de criação como ato criativo e utópico, mas uma utopia que não se apresenta como constituída.
Então Alexandre nem sempre o ganhar é ganhar e o perder é perder. Recorda-te que num jogo de futebol um dos times faz um gol e já como chamamos na partida ‘’ fica de salto alto” e o oponente vem e termina ganhando produzindo uma grande crise. E essa crise num próximo jogo produz um amadurecimento e o time joga e toma cuidado em toda a partida. Assim é na política. Quando ganhamos muitas vezes geralmemte se constrói formas tirânicas do controle, tentando instituir a homogeneização das formas. Sousa escreve que vestir um funcionamento com a roupagem da razão é como levar ao forno uma peça de argila e o moldável se paralisa, se petrifica e a única chance que temos de transformá-lo é mesmo jogá-lo ao chão para que se quebre. Então muitas vezes o perder o jogo ou uma crise faz o que Negri ressalta no poder constituinte que nesse caso é a capacidade de voltar ao real, de organizar uma estrutura dinâmica, de construir compromissos, ordenações e equilíbrio de forças diversos para recuperar a racionalidade dos princípios e abrir novos horizontes.
P - Entrando um pouco mais na tua vida privada. Que livros está lendo?
R - Olha eu adoro fazer bem feito o meu trabalho por isso busco investir sempre em ter a disciplina de fazer análise, supervisão e formação constante para cada área que atuo( trabalho, social, política e clínica). Então sou cercada de orientadores de excelência que integram a associação psicanalítica de Porto Alegre como o Edson Sousa, Jaime Betts, Jorge Broide, a minha própria analista Lucy Linhares da Fontoura, o grupo do Lydia Coriat que me enchem de bibliografias fantásticas. Fui aluna especial do mestrado da UFRGS e conheci um grupo muito interessante do Pichon Reviéri coordenada pelo o professor Sérgio Antonio Carlos e através do meu orientador e supervisor da clínica o psicanalista Edson Sousa acompanho o laboratório de Política, arte e psicanálise da UFRGS, ali se tem um material muito rico para o Estado olhar e quem trabalhar nas redes de atenção social. E sempre estou lendo o que o Marcos Rolim escreve e o Dr. João Batista da Costa Saraiva e Dra Maria da Graça Turck nunca deixo de acompanhar. Mas para relaxar adoro pegar algo do Bloch, um livro do Mandela, do Ghandi, ou do Edson Sousa que fala das utopias e me coloca a sonhar e voltar a acreditar. Além, é claro, dos poemas da Cora Coralina e do Mário Quintana e estar numa boa roda de amigos que se destacam-se em suas funções de ter postura humanitária como João Ricardo Costa, Jane Vidal, Andreia Terre Amaral, Luciane Faraco, Daniela Copetti, Edson Sousa, enfim pessoas que me colocam sempre a pensar.
P - Que te faz rir?
R - A vida me faz rir. Meus amigos são especiais demais para mim! Muitos deles portoalegrense que me fazem rir e me sentir amada. Mas o que me deixa feliz e me emociona são os atos de afeto que eles produzem e que me alcançaram nos momentos em que eu mais precisei. Mauro Caum, por exemplo, me ligou várias vezes durante a doença de meu pai. Coisas assim, enchem a nossa vida de sentido.
P - Finalizamos com um outro poeta Rudyard Kipling que adverte em um poema contra dois impostores: o triunfo e a derrota. Pensas o mesmo? É uma arma de dois gumes?
R - Concordo. O triunfo é embriagante e agrega o risco da vaidade, do egocentrismo. Quando achamos que somos deuses estamos acabados, porque qualquer um pode nos manipular e acabarmos com nossas forças e aí sobrevém a grande derrota. Por isso a importância de estamos sempre construindo e nos colocando numa posição de aprendizes atentos. Isto pode permitir uma relação mais tranqüila com as vitórias e torná-las mais perenes. Pode ajudar, também, a identificar os bajuladores e a se afastar deles.

Prezo mais que tudo em uma relação poder perceber a integridade da pessoa, a nudez a revelar-lhe o pensamento a alma inteira despida, a simplicidade dos dizeres e feitos anunciarem na persistência o ressaibo amargo e o gosto bom da vida real.
ResponderExcluirAssim a vejo mais, assim mais a amo, amiga Carla, por ti e teu exemplo iluminado de persistência, coragem e ternura, sabes, tenho especial admiração e me orgulha caminhar a teu lado a mesma estrada.
Parabéns Alex, pelo emocionante e belo perfil trazido a esse muitas vezes frio e árido mundo virtual.
Adroaldo querido! Companheiro e amigo agradeço tuas grandiosas palavras que servem para dar força e continuidade na trajetória! Essas palavras só poderiam serem expressadas por um político brilhante como você de muita maturidade e saber! abração e um beijo nesse teu grande coração!
ResponderExcluirAdroaldo quero parabenizar por tudo que escreves nos põe sempre para pensarmos e logo quero ver se conseguimos aquele encontro de um bom café e boas trocas de palavras!!!Adoro aprender! beijão!
ExcluirExcelente entrevista! Carla Binsfeld nos mostra tão bem o quanto podemos fazer da nossa própria vida uma militância! A Carla se diferencia muito daquilo que a psicanálise sabe explicar muito bem; quando superamos alguma barreira, achamos que todos os outros também têm capacidade de superar. Carla não. Ela não acha que todos têm que ser iguais a ela, ou que tenham ela como exemplo; na sua simplicidade instigante, quer somente que as pessoas tenham sua autonomia, para que façam aquilo que quiserem fazer. Parabéns, e continue sendo esse sucesso que é, fazendo muito mais pela comunidade, juntando todos que querem um mundo melhor! Parabéns, também, ao jornalista Alexandre, trazendo para a mídia alternativa um excelente espaço, com entrevistas e matérias que não costumamos ler na grande mídia. Um grande abraço, Rodrigo Puggina.
ResponderExcluirMeu companheiro e amigo de luta de DH Rodrigo Puggina sempre tão perspicaz com as palavras e muito carinhoso quando preciso daquela acolhida da luta da vida! Obrigada sempre por tudo e estamos com você nesse desafio em que preside o conselho penintenciário!Não vamos deixar os sintomas institucionais atravessar nossa alma de idealista, mas sim unir força para esburacar a blindagem das perversões e contruírmos um Mundo MELHOR! Amigo Te Amo!
ExcluirCarla é um exemplo de paixão pela vida, faz parte de um conjunto de mulheres, que me declino, por devoção, luta pela inclusão num país da indiferença, e roga que a vida se da na comunhão das diferenças. A essa mulher quando menina não tinha cheiro, hoje desejo dar um cheiro gostoso, porque cheira o novo, rompe com paradigmas de odores funestos, faz da vida um argumento a se viver, do amor ao próximo o carinho de sua alma. Seus olhos prisma a novas fronteiras, mais justas, éticas e humanas.
ResponderExcluirCarla é a essência dessa mãe terra, em sua mais profunda psicologia. Beijos Carla seu perfil, alimenta minhas utopias.
Querido Sérgio Cumino que lindo! Bem tudo que escreves é sempre maravilhoso! Mas tuas palavras me atravessaram a alma! um beijo grande no coração e muito obrigada! Carla Binsfeld
ExcluirMuito bom ler esta entrevista. Agora, neste momento meu respeito por Carla, cresce muito. Puxa vida, nosso mundo precisa muito de mais pessoas semelhantes a Carla... Gostei muito dessa parte: "infelizmente hoje a política se assemelha sim com o futebol, pois estamos mergulhados no capitalismo e no consumo. " e "Então Alexandre nem sempre o ganhar é ganhar e o perder é perder". Ao ler penso agora, uma pessoa sem história, é apenas uma "balde vazio"... Pessoas são suas histórias... Suas vivencias... E Vc Carla, tem uma linda historia... Conte mais... :)
ResponderExcluirEverton Rodrigues o nosso mestre lá do gabinete Digital do nosso Governador Tarso Genro grande companheiro!!!!Quero te dizer que me emocionei aqui com às tuas palavras!! E adorei o que pensas sobre "ganhar e perder" isso prova que nosso governador está muito bem acompanhado! Abração e espero que você siga junto o caminho e me ajude a continuar a trajetória!!!!! abraço forte!!! E bem vindo na minha Vida!!!
ResponderExcluirPuxa, obrigado... Carla esqueci de uma parte... Pessoas são o resultado de suas histórias... Suas vivencias... É comum a gente ver pessoas com histórias lindas, e com práticas não interessantes para o coletivo... Tu tens história, e uma prática para o bem coletivo... Agora somos da mesma turma... A turma em busca do mundo justo e solidário... :)
ResponderExcluirNossa querido Everton como é bom saber que não estamos sozinhos no Mundo!Então que possamos voltarmos aos grandes movimentos em busca sempre da justiça!!!!obrigada pela oportunidade querido!
ResponderExcluirCarla é uma pessoa maravilhosa. Guerreira, querida e sempre bem humorada. Uma lutadora por um país mais justo!
ResponderExcluirCássio Moreira
www.cassiomoreira.com.br
Cássio Moreira obrigada pelo o teu carinho! Estou feliz por você ser a nova geração da política gaúcha! Estou torcendo por você! abração!
ExcluirCarla nao consigo entrar em contacto com vc :), se nao tiver o meu email vai ao meu profil de FB e ali esta o meu email Tino :)))
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