O dinamismo
que necesariamente flui nos meios de comunicação, dada a rapidez que é exigido
para abastecer a notícia ao público, mais a variedade da noticia e de fontes
como também a urgência da confecção existe a possibilidade do jornalista,
esquecendo sua missão, entrar no caminho da inexatidão, seja de boa ou de má fé
se produza. Unido a extraordinária repercussão dos fatos difundidos alcançam
sobre a opinião pública sempre se exige o restabelecimento da verdade.
O direito a
informação ou a faculdade do jornalista de informar livremente aos leitores, de
abastecer notícia e seus comentarios não podem ser ilimitados para não cair num
contorno de arbitrariedade. A informação cumpre uma importante função social de
crítica, de controle e propulsão. Quando estas finalidades se contrariam o
jornalista falta a ética profissional. Diante disso, alguns meios de comunicação com intuito de queimar a
reputação do ex-diretor da área de inteligencia dos Jogos Pan-Americanos de 2007,
Luiz Fernando Correa, não apuraram os fatos que
ocorreram com exatidão. Talvez pela urgência. Quiças por interesse político.
No entanto, há que perguntar que passará
amanhã com pessoas que vilipendiaram o nome de Correa, principalmente o ex -governador
Garotinho, do Rio de Janeiro. Que o ex-governador diga públicamente que Luiz
Fernando Correa é inocente depois de cinco anos de perseguição e de um calvario
judicial. Que o Garotinho peça desculpas. Desde ontem o STJ tem tem o
entendimento que não houve nenhuma ilegalidade do agente público. Deste modo
descaracteriza o ato de improbidade administrativa ao Correa. Portanto, Ministério Público solicitou
o arquivamento do inquérito onde desde o início Luiz Fernando Correa provou a
solidez de sua honra e reputação.
Parabéns Alex pela informação, que isto sirva de alerta para quem faz uso dos meios de comunicação, seja escrita, falada, e injustiças não sejam feitas e não se use estes meios como forma de se promover. abraços. Helena
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